Terapia Gestalt
Laura Oliveira
As relações não existem para nos fazer felizes. Existem para nos tornar conscientes.
Cada vínculo é um palco onde se repetem, quase em silêncio, os padrões de ligação aprendidos na infância.
Falas contigo da mesma forma que um dia te falaram.
Amas, afastas-te e proteges-te como viste fazer antes mesmo de saberes nomear emoções.
As relações da vida adulta não te definem — revelam-te.
Não porque o outro seja quem tu és, mas porque, diante dele, tornas-te visível.
Em certas dinâmicas, algo em ti pede passagem.
O espelho não é o outro; é a tua reação ao que nele vês.
O desconforto, a defesa, o encanto ou a rejeição: é aí que começa o trabalho.
Não existe autoconhecimento fora do encontro.
São precisos dois para que um se veja.
Na terapia, esse espelho deixa de distorcer.
É um reflexo limpo, sem julgamento, onde podes observar-te sem reagir de imediato.
Ali, a consciência substitui o automatismo.
E os teus padrões deixam de te governar — passam a estar ao teu serviço.
Que ofereço
Respeito

Cada pessoa é um ser humano; todas partilhamos as mesmas feridas, necessidades e anseios.
Responsabilidade

Sei que a tua vida é o mais importante que tens; irei tratá-la com toda a minha atenção e cuidado.
Honestidade

Honestidade
Não te deixes enganar: a honestidade aponta, por vezes, para onde não queres olhar — e é aí que a transformação acontece.
Humildade

Trato de tu a tu. Somos dois Seres aprendendo a viver, com muito para oferecer um ao outro.
Compromisso

Continuar a aprender, a fazer terapia e supervisão, para ser um espelho cada vez mais limpo.
Vulnerabilidade

Inclino-me sempre perante a vulnerabilidade. Reconhecer fragilidades e pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas de profunda coragem.
Convido-te a explorar o teu interior
Conhecer-te é o primeiro ato de cuidado.
Atreve-te a caminhar por dentro de ti. A conhecer as partes que te habitam.
Para te relacionares contigo e com os outros com mais serenidade e aceitação.
Acompanho-te no processo de te conheceres melhor
Ao longo de mais de 15 anos de prática como terapeuta, observei como muitas pessoas vivem à deriva — levadas pela corrente ou perdidas no excesso de teoria e de abordagens terapêuticas disponíveis. Quando, na realidade, as coisas podem ser mais simples (que não fácil) se, para além de ler e estudar, passamos à experiência e à ação.
Esse é hoje o meu propósito: acompanhar outras pessoas no processo de se conhecerem melhor, para que deixem de ser governadas pelo inconsciente.
Acredito profundamente no potencial extraordinário do ser humano quando se torna consciente da sua história. É dessa consciência — de si e das forças que o moldaram — que nasce a verdadeira liberdade.